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Batata Lay’s chega ao Brasil e lança campanha ‘Porto’

Assista ao filme “Porto”, criado pela AlmapBBDO para a batata Lay’s, marca da PepsiCo.

“A campanha vai reforçar a chegada de Lay’s ao Brasil e, para isso, fazemos uma brincadeira mostrando que não tem como não gostar da batata. O filme também está alinhado com as campanhas da marca veiculadas no exterior e traz esse espírito criativo”, defende Gonzalo do Pico, diretor de marketing da PepsiCo Brasil.

O produto está presente em mais de 60 países e, no Brasil, será comercializado nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, nos sabores Clássica, Sour Cream e Picanha – este último, exclusivo para o mercado brasileiro.

Ficha Técnica:

Anunciante: PepsiCo
Título: Porto
Produto: Lay´s
Diretor Geral de Criação: Luiz Sanches
Diretores de Criação: André Kassu, Marcos Medeiros
Diretor de Arte: Marco Monteiro
Redator: Ana Carolina Reis
Produtora: Landia / Movie&Art
Produtor Executivo: Sebastian Hall / Carol Dantas
Direção: The Glue Society – Matt Devine / Juliana Curi
Fotografia: Marcelo Durst
RTVC: Vera Jacinto, Rafael Rocha Mota, Ana Paula Casagrande e Thiago Bueno
Trilha / Locutor: BigFoot
Montador / Editor: Rami D’Aguilar
Finalizadora: ClanVFX
Atendimento: Fernanda Antonelli, Mariana Silveira, Beatriz Almonacid e Karen Pardo
Planejamento: Cintia Gonçalves, Sérgio Katz, Sabrina Guzzon e Felipe Siqueira Masson
Mídia: Brian Crotty, Flavio De Pauw, Wanderley Jovenazzo, Luciana Prado, Carlos Nunes, Daniele Bertolini
Aprovação: Andrea Alvares, Gonzalo Dopico, Gustavo Cecílio, Alexandre Chiavegati, Maria Lucia Sá, Patrícia Kastrup, Christianne Marinheiro e Joana Moura.

1 comentário em “Batata Lay’s chega ao Brasil e lança campanha ‘Porto’

  1. Antonio

    Sem dúvida um comercial bastante intrigante. Pois bem, vejamos as mensagens que dêle emanam.
    A principal no meu ponto de vista não é a do produto mas sim uma clara alusão que vivemos em um país onde a impunidade é premiada, permitida e sem consequências para quem a prática.
    A partir do momento que um dos marinheiros sugere “vou pegar um só” e com o desenrolar das cenas observa-se o conluio e a “formação de quadrilha” com vários tripulantes e a conivência da autoridade “comandante do navio”.
    Lamento ter essa percepção, gostaria que me mostrassem o contrário.
    O momento que vivemos em nosso país é propício para tais esclarecimento

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