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Santander Universidades divulga, no Treino Livre da F1, os 100 estudantes que receberão bolsas de estudo no exterior

novembro 10, 2017

Um grupo de 100 universitários brasileiros terão a oportunidade de estudar por até 6 meses no exterior, por meio do Programa Fórmula Santander. A iniciativa está em sua 8ª edição e já beneficiou mais de 800 alunos de graduação e pós-graduação. Foram 21,8 mil inscritos e a cerimônia de premiação ocorre hoje, no Autódromo de Interlagos. O evento terá a presença dos reitores das Universidades participantes, executivos do Banco, além dos bolsistas vencedores. Os convidados poderão conhecer um pouco dos bastidores da Fórmula 1 visitando os boxes.

Os contemplados foram selecionados pelas universidades participantes, cada um deles receberá o equivalente a 5 mil euros e poderá escolher uma entre as mais de 1 mil universidades conveniadas em um dos 20 países em que o Santander está presente para cursarem até um semestre.

Contemplada em 2016, Natalia Afonso Corrêa da Silva, 21 anos, estuda Ciências Econômicas na Unicamp e se emociona ao lembrar de tudo o que viveu. “Fui para a Universidade de Coimbra, em Portugal, no primeiro semestre de 2017. Eu não poderia ter tido uma experiência melhor! Lá estudei Economia e pude me aventurar em disciplinas de outros cursos, o que me agregou bastante acadêmica e pessoalmente. A cultura e o aprendizado que se absorve ao viver em outro país é gigante. Foi uma oportunidade incrível”, afirma ela.

“Não existe melhor investimento para um País do que a educação”, defende Ronaldo Rondinelli, diretor do Santander Universidades. “É gratificante ouvir os relatos dos alunos que retornam de uma experiência internacional. São testemunhos que reforçam o quanto o período foi enriquecedor, como o contato com realidades e culturas diferentes amplia a compreensão e perspectivas de mundo e como recomendam, firmemente, a outros estudantes que busquem a mesma vivência”, salienta ele.

A iniciativa promove o intercâmbio de universitários, culturas e conhecimentos, facilitando o acesso dos estudantes a uma experiência internacional e abrindo oportunidades para as instituições firmarem acordos bilaterais em prol do intercâmbio dos seus alunos. “É um consenso entre recrutadores, educadores, empreendedores e entre os próprios estudantes que, ao vivenciar um intercâmbio, o aluno ganha muito em sua formação acadêmica, impactando positivamente seu crescimento profissional”, afirma Rondinelli.

Para o bolsista selecionado nesta edição, Rodrigo Ferreira Campos, de 32 anos, o intercâmbio vai ser um divisor de águas. “Queria muito ter essa experiência, mas sabia que a concorrência seria grande. Aí fiquei um pouco cético quanto a minha chance. Então, quando a notícia chegou, recebi com surpresa e alegria. Foi uma conquista e tanto. Vai ser minha primeira experiência no exterior. Penso em ir a Portugal e fazer um semestre na área de engenharia mecânica. Sei que vai acrescentar muito, tanto no lado pessoal, quanto profissional. Quem vivencia uma experiência dessa, agrega muito valor ao currículo. Por isso considero um divisor de águas”, avalia o estudante de engenharia mecânica, da Universidade Pitágoras e morador de São Miguel de Taipu (PB).

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