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11 músicas inéditas de Adoniran Barbosa são lançadas no Spotify pela cerveja Eisenbahn

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A música é capaz de atravessar fronteiras e fortalecer diferentes culturas pelos mais variados estilos. Da mesma forma são com as cervejas que fazem história por meio dos sabores e tradições. Deixar um legado é algo que toda marca almeja fazer e, por isso, a cerveja Eisenbahn, que tem como característica a paixão e autenticidade na produção dos seus rótulos artesanais, decidiu apostar no projeto de lançamento de canções inéditas de Adoniran Barbosa, ícone do samba paulistano que, se estivesse vivo, completaria 11 décadas no dia 06 de agosto. Não por acaso, a partir desta data, as faixas estarão disponíveis no Spotify.
A playlist intitulada “Onze” conta com a participação de artistas de diferentes gêneros musicais como Elza Soares, Zeca Baleiro, Di Melo, a banda Francisco El Hombre, Zé Ibarra, Rubel, Barro, Luê, Amanda Pacífico, Illy e o dueto ÀVUÀ.
As inéditas que chegam na plataforma de streaming são: Bares da Vida, Careca Velha, Como Era Bom, Bolso de Fora, A Partida, Debaixo da Ponte, Vaso Quebrado, Feira Livre, Bebemorando, Dias de Festa e A Escola. CLIQUE AQUI PARA OUVIR: http://open.spotify.com/playlist/2qz9UaS0Ced18P7QeHpf7x

Além das músicas, há faixas comentadas de alguns artistas que participaram das músicas. Nos áudios, eles comentam sobre os bastidores e a beleza do processo de gravação. OUÇA AS FAIXAS COMENTADAS AQUI: http://open.spotify.com/playlist/3b22M1GCzwtg68EwZHwXOX

O projeto idealizado pela marca em parceria com a SUNO United Creators foi gravado totalmente de forma remota por conta da pandemia do novo coronavírus. Quem assina a produção musical é a DaHouse Audio sob curadoria do Coala Lab, núcleo de música e projetos do Coala Festival. “A primeira vista, só de olhar as partituras, já senti um frio na barriga. Pensar a produção de músicas que nunca foram cantadas, com versos de um autor tão grandioso como Adoniran Barbosa, foi desafiador. E lá veio o ano de 2020, com suas surpresas, para aumentar ainda mais meu nervosismo! Mas deu tudo certo e, mesmo a distância, o processo de produção foi feito com muito carinho à quatro mãos, seguindo o estilo do artista: foram feitas videoconferências para falar de arranjos e adaptamos as melodias seguindo o tom de cada um deles. Toda a direção, apesar de ter sido feita de forma virtual, parece ter surtido efeito, pois temos um disco que fervilha novidade e traz nosso amado compositor para vozes do nosso tempo.” explica o produtor do projeto, Lucas Mayer.

“É muito interessante termos essa variedade de artistas cantando as músicas de uma figura tão simbólica e atemporal como o Adoniran. Nossa curadoria é uma mescla de estilos, um olhar atento a novos talentos mas que também reverencia músicos já consagrados, e essa diversidade gera um processo de criação muito bonito” , destaca Gabriel Andrade, sócio do Coala Lab.

A Eisenbahn ao longo dos anos apoia a cultura cervejeira e os projetos que carregam o artesanal em sua essência e que priorizam o fazer com paixão e cuidado. Todos esses valores serão transmitidos nas 11 músicas que ficarão disponíveis no Spotify da marca.

Confira abaixo as faixas de cada artista:

Bares da Vida – Zeca Baleiro (03:52)
Adoniran Barbosa e Maestro Portinho (1979)

Gabriel Selvage – Violões

Lulinha Alencar – Sanfona

Tuco Marcondes – Mandolin, Harmônica e Dobro.

Ubaldo Versolato – Clarinete

Piano e Synths- Silvinho Erné

Kabé Pinheiro – Percussão

Ricardo Perito – Cavaquinho

Careca Velha – Di Melo (03:09)

Adoniran Barbosa e Oswaldo Guilherme (1961)

Gabriel Selvage – Violão de 7 cordas.

Lucas Mayer – Violão e Synths.

Diego Calderoni – Trombone

Nahor Gomes – Trompete

Meno Del Picchia – Baixo

Kabé Pinheiro – Percussão

Ricardo Perito – Cavaquinho

Silvinho Erné – Piano.

Anna Tréa – Backing Vocals

Gabi Di Abade – Backing Vocals

Arranjos de Metais e Flauta: Silvinho Erné e Lucas Mayer

Como era Bom – Illy (03:05)

Adoniran Barbosa e Sulino (1972)

Gabriel Selvage – Violão de 7 cordas.

Lucas Mayer – Violão, Synths e Cordas.

Meno Del Picchia – Baixo

Kabé Pinheiro – Percussão

Bolso de Fora – Rubel (02:54)

Adoniran Barbosa e Francisco Nepomuceno (1978)

Gabriel Selvage – Violão de 7 cordas.

Diego Calderoni – Trombone

Nahor Gomes – Trompete

Meno Del Picchia – Baixo

Kabé Pinheiro – Percussão

Ricardo Perito – Cavaquinho

Silvinho Erné – Teclados

Lucas Mayer – Programação e Synths

A Partida – AVUÀ (02:46)

Adoniran Barbosa e Alcyr Pires Vermelho (1965)

Gabriel Selvage – Violão de 7 cordas.

Jota.Pê – Violão

Diego Calderoni – Trombone

Nahor Gomes – Trompete

Ubaldo Versolato – Sax e Flauta

Meno Del Picchia – Contrabaixo

Kabé Pinheiro – Bateria e Percussão

Ricardo Perito – Cavaquinho

Teclados: Silvinho Erné

Programação e Synths: Lucas Mayer

Arranjos de Metais – Silvinho Erné e Lucas Mayer

De Baixo da Ponte – Barro (03:36)

Adoniran Barbosa e Sidney Morais (1965)

Hugo Lins – Viola Caipira

Lucas Mayer – Guitarras e Programações

Gabriel Selvage – Violão de 7 cordas.

Diego Calderoni – Trombone

Nahor Gomes – Trompete

Ubaldo Versolato – Sax

Lulinha Alencar – Sanfona

Beto Mejía – Pífanos

Meno Del Picchia – Baixo

Kabé Pinheiro – Percussão

Ricardo Perito – Cavaquinho

Silvinho Erné – Synths

Luiza Caspary – Backing Vocals

Vaso Quebrado – Elza Soares (03:27)

Adoniran Barbosa e Osvaldo Guilherme (1965)

Gabriel Selvage – Violão de 7 cordas.

Diego Calderoni – Trombone

Ubaldo Versolato – Clarinete e Sax

Nahor Gomes – Trompete

Beto Mejía – Flauta

Meno Del Picchia – Baixo

Kabé Pinheiro – Percussão e Bateria

Lulinha Alencar – Sanfona

Ricardo Perito – Cavaquinho

Silvinho Erné – Synths

Lucas Mayer – Banjo Tenor, Mandolin, Synths e Programações

Anna Tréa – Backing Vocals

Feira Livre – Amanda Pacífico (02:54)

Adoniran Barbosa e Walter Santos (1980)

Gabriel Selvage – Violão de 7 cordas.

Wonder Bettin – Banjo Tenor

Diego Calderoni – Trombone

Ubaldo Versolato – Clarinete e Sax

Nahor Gomes – Flugel

Beto Mejía – Flauta

Meno Del Picchia – Violão e Contrabaixo

Kabé Pinheiro – Percussão

Ricardo Perito – Cavaquinho

Arranjos de Metais: Beto Mejía e Lucas Mayer

Sound Design: Iris Fuzaro e Lucas Mayer

Bebemorando – Francisco El Hombre (02:48)

Adoniran Barbosa e Wilma Camargo (1965)

Gabriel Selvage – Violão de 7 cordas.

Francisco el Hombre – Guitarras, Percussões e Backings.

Diego Calderoni – Trombone

Nahor Gomes – Trompete

Ubaldo Versolato – Sax

Meno Del Picchia – Baixo

Kabé Pinheiro – Bateria e Percussão

Ricardo Perito – Cavaquinho

Teclados: Silvinho Erné

Programação e Synths: Lucas Mayer

Arranjos de Metais – Lucas Mayer e Beto Mejía

Dias De Festa – Luê (03:03)

Adoniran Barbosa e Annita Salles (1968)

Gabriel Selvage – Violão de 7 cordas.

Luê – Rabeca

Diego Calderoni – Trombone

Lulinha Alencar – Sanfona

Beto Mejía – Pífanos

Meno Del Picchia – Violão e Contrabaixo

Kabé Pinheiro – Percussão

Ricardo Perito – Cavaquinho

Lucas Mayer – Guitarras, Synths, Programações e Arranjo de Metais.

Silvinho Erné – Synths

A Escola – Zé Ibarra (03:08)

Adoniran Barbosa e José Toledo (1977)

Gabriel Selvage – Violão de 7 cordas.

Zé Ibarra – Violão

Lulinha Alencar – Sanfona

Diego Calderoni – Trombone

Nahor Gomes – Trompete

Meno Del Picchia – Contrabaixo

Kabé Pinheiro – Percussão

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