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Mercado de bebidas: um segmento promissor para empreender em 2023

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O empreendedorismo é o caminho que muitos brasileiros optam para enfrentar o desemprego, adentrar no universo da inovação ou mesmo seguir o sonho de ter o próprio negócio. Segundo informações do boletim do Mapa das Empresas, divulgado pela Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME), o primeiro quadrimestre de 2022 registrou a abertura de mais de 1,3 milhão de empresas no país. Ao todo, são mais de 19,3 milhões ativas em todo o Brasil. 

Outra alternativa é investir em um modelo de negócio já formatado, como o licenciamento, por exemplo. A startup Take, rede de geladeiras inteligentes de bebidas alcoólicas e não alcoólicas, atua com mais de 3.000 pontos de venda em todo o território nacional por meio da hiper conveniência, um sistema em que os refrigeradores operam mediante inteligência artificial. A tecnologia identifica qual produto está sendo retirado e, por reconhecimento de imagem, envia a cobrança automaticamente no cartão de crédito do usuário cadastrado no app da startup. Os coolers, como são também chamadas as geladeiras, comportam até 210 garrafas long neck e 70 latas e podem ser instalados em condomínios, clubes, academias, bares, coworking, hotéis, escolas, universidades e outros estabelecimentos.  

Alguns números do segmento chamam a atenção para investir nesse mercado. Segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa e do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja – Sindicerv no ‘Anuário da Cerveja 2021’, divulgado em agosto de 2022, o setor apresentou crescimento constante e consistente, com aumento de 12% no número de cervejarias em relação ao mesmo período do ano passado. 

“O mesmo levantamento revela que a produção da bebida no Brasil foi de 14,3 bilhões de litros de cerveja, um mercado que movimenta R$ 77 bilhões por ano e responsável por gerar mais de 2 milhões de empregos diretos, desde o campo até o copo. Sem dúvidas, o aumento na produção é reflexo direto da preferência dos brasileiros pela bebida, especialmente em momentos de confraternização”, afirma Gustavo Almeida, CEO da Take.

Outra produção que segue em ascensão é a de bebidas não alcoólicas, que registrou 32,8 bilhões de litros produzidos em 2021, um aumento de 2,1% em relação ao ano anterior, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (ABIR). Na classificação da associação, as bebidas não alcoólicas são: água mineral, água de coco, bebidas a base de soja, chás prontos para beber, energéticos, isotônicos, néctares e sucos e refrigerantes.

Seja para atuar na comercialização de bebidas alcoólicas ou não alcoólicas, o mercado não decepciona quando o assunto é consumo. Para adquirir um licenciamento da Take, o investimento inicial é de R$ 80 mil para cinco coolers, de bebidas alcoólicas ou não. A rentabilidade é de 13% a 22% e prazo de retorno de 12 a 24 meses. 

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